O amor é finalmente
um embaraço de pernas,
uma união de barrigas,
um breve tremor de artérias,
uma confusão de bocas,
uma batalha de veias,
um reboliço de ancas,
quem diz outra coisa é besta.
Gregório de Matos
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Um senhor de idade chegou a um consultório médico,
Para fazer um curativo em sua mão onde havia um profundo corte.
E muito apressado pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso.
O médico que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.
O simpático velhinho lhe disse que todas as manhãs IA visitar sua esposa
Que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.
O médico muito preocupado com o atraso disse:
- Então hoje ela ficará muito preocupada com sua demora?
No que o senhor respondeu:
-Não, ela já não sabe quem eu sou. Faz cinco anos que não me reconhece mais.
O médico então questionou:
- Mas então para que tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais?
O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:
-Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é!
O médico teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava...
É Esse o tipo de Amor que quero para minha vida.
O verdadeiro AMOR, não se resume ao físico, nem ao romântico.
O verdadeiro AMOR, é aceitação de tudo que o outro é...
De tudo que foi um dia...
Do que será amanhã..
E do que já não é mais!
Desconheço a Autoria Caso você conheça ou seja o autor do texto acima, comunique-se conosco para que possamos dar o devido crédito
12/10/09 segunda-feira Nossa Sra Aparecida - Padroeira do Brasil
15/10/09 dia do professor
28/10/2009 dia do funcionário público
02/11/09 segunda-feira Finados
10/11/09 - aniversário de Itinga do Maranhão
15/11/09 domingo Proclamação da República
20/11/09 sexta-feira Zumbi/Consciênciência Negra
25/12/09 sexta-feira Natal
Ao todo serão:
8 Feriados na Seg/Sex ; e
5 Feriados na Ter/Qui
Total: 13 Feriados (Em dias úteis!)
Se somarmos aos feriados (sábados/domingos e enforcarmos quando cair na ter/qui, teremos 44 dias de feriadões!)
O ano tem 365 dias, são 52 semanas, portanto 104 dias de descanso, você tem mais 30 dias de férias, são 13 feriados em 2009, "enforcando" somamos mais 5 dias, assim iremos trabalhar somente:
365 - (104+30+13+05) = 213 dias
Isso significa que trabalharemos só 58,35% do ano, ou 1.704 horas das 8.760 horas que tem 01 ano, ou seja nós trabalhamos somente 19,45% das horas do ano.
** E você, que não quer ser chamado de vabagundo, ainda quer mais descanso, né?!? .....
** Então, Vai Reclamar do Quê?!?!?!?
** Acho que é mais ou menos isso...
retirado do blog: http://dihitt.com.br/dihitt/redir/2049419
Soneto Amor é fogo que arde sem se ver é ferida que dói e não se sente é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer; É um não querer mais que bem querer, é solitário andar por entre a gente, é nunca contentar-se de contente, é cuidar que ganha em se perder; é querer estar preso por vontade, é servir a quem vence o vencedor, é ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor, nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Camões.
Soneto do amor total Amo-te tanto, meu amor...não cante O humano coração com mais verdade... Amo-te como amigo e como amante Numa sempre diversa realidade. Amo-te afim, de um calmo amor prestante E te amo além, presente na saudade Amo-te, enfim, com grande liberdade Dentro da eternidade e a cada instante. Amo-te como um bicho simplesmente De um amor sem mistério e sem virtude Com um desejo maciço e permanente E de te amar assim, muito e amiúde É que um dia em teu corpo de repente Hei de morrer e de amar mais do que pude.
Vinícius de Moraes
O amor é finalmente um embaraço de pernas, uma união de barrigas, um breve tremor de artérias, uma confusão de bocas, uma batalha de veias, um reboliço de ancas, quem diz outra coisa é besta.
Gregório de Matos
Caprichos & Relaxos "E o Amor, então, também acaba? Não, que eu saiba. O que eu sei é que se transforma numa matéria-prima que a vida se encarrega de transformar em raiva ou em rima."
01 - HISTÓRIA Estava na cidade do interior o representante da Secretaria da Educação para avaliar a qualidade do ensino recebido pelas crianças. Assim que chegou no primeiro colégio, foi direto para uma sala de aula e, após identificação, resolveu "sabatinar" alguns alunos para avaliação. Chamou um aluno (Joãozinho) e fez uma pergunta de conhecimento geral: - Quem incendiou Roma? Joãozinho então passou a chorar respondendo, aos prantos, que não tinha sido ele. Indignado, o fiscal da Secretaria da Educação se virou para a professora e disse: - Que absurdo de resposta, professora! O que a senhora tem a dizer a respeito? Respondeu então a professora convicta do que estava falando: - Olha, eu conheço o Joãozinho há muito tempo e posso garantir ao senhor que, se ele diz que não foi ele, é por que realmente não foi ele! Não se contendo de indignação, o fiscal se dirigiu para a diretoria, descarregando em cima do diretor toda sua ira: - Como é possível, diretora...! Eu pergunto quem tocou fogo em Roma, converso então com a professora e ela diz a asneira que conhece bem o aluno e que não foi ele??" Calmamente, a diretora baixa a voz e fala em tom aveludado para o fiscal: -Olha, o Joãozinho é filho de uma família muito importante na cidade. Vamos conversar com seus pais e abafar o caso, pois tenho certeza de que irão reparar os prejuízos.
Humor filosófico
1. - Estava o filósofo Tomás de Aquino concentrado em seus estudos quando dois padres chegaram anunciando que um boi estava voando. Tomás levantou-se rapidamente da sua mesa, saiu para o átrio e começou a prescrutar o céu quando então os padres, rindo, disseram: - Tomás, nós pensavamos que você era mais inteligente. Como pôde acreditar que um boi estivesse voando? - Ao que Tomás respondeu: - Pois é, meus amigos. Eu preferi acreditar que um boi estivesse voando a crer que um religioso estivesse mentindo.
2. Conta-se que Farias Brito, um filósofo brasileiro, ao chegar numa festa em que ele era esperado, ouviu sem querer comentário que veio de um homem que não o conhecia: - É esse baixinho que vocês estavam esperando? - Farias Brito voltou-se para o homem e repondeu: - Meu caro senhor, a estatura de um homem mede-se da cabeça para cima.
3. Por volta do séc. VI a.C., na cidade de Eléia, o filósofo Parmênides estava expondo para uma pequena platéia seus argumentos sobre a impossibilidade do movimento quando um de seus opositores levantou-se, sem mais nem menos, e foi saindo. Interrompendo a palestra, Parmênides indagou: - Porque estais indo embora? Acaso não tens argumentos para me contrapor?
- Não estou indo embora. Lembre-se: "o movimento não existe". - disse, ironicamente, o opositor enquanto realmente ia embora.
SELETIVIDADE DO OUVIDO MASCULINO
Muitas vezes se ouve dizer queas mulheres falam demais.Mas não tem problema, porqueo ouvido masculino é seletivo, sabia?Escuta somente o que interessa... Dá só uma olhada:
A fome é exclusão. Da terra, da renda, do emprego, do salário, da educação, da economia, da vida e da cidadania. Quando uma pessoa chega a não ter o que comer, é porque tudo o mais já lhe foi negado. É uma espécie de cerceamento moderno ou de exílio. A morte em vida. O exílio da terra.
A alma da fome é política.
A História do Brasil pode ser contada de vários modos e sob vários ângulos, mas para a maioria ela é a história da industria da fome e da miséria. Um modo perverso de dividir o mundo em dois, produzindo um gigantesco aparteheid. Nesse campo, fizemos verdadeiros milagres de desenvolvimento: um dos maiores PIB do mundo abraçado com a pobreza e a miséria mais espantosa. Aqui não houve lugar para o acaso. Tudo foi produzido como obra calculada. Fria.
O resultado está aí diante dos olhos de todos. Uma parte ostensiva, rica, educada, motorizada, dolarizada. Outra parte imensa na sombra, analfabeta, dando duro todos os dias, comendo o pão que o diabo amassou em cruzeiros, reais. Dois mundos no mesmo país, na mesma cidade, muito próximos pela geografia e infinitamente distantes como experiências de humanidade.
A fome é a realidade, o efeito e o sintoma. O ponto de a partida e de chegada. A síntese, a ponta do novelo a partir da qual se explica e se resolve. Porque a fome não é episódica nem superficial. Revela fundo o quanto uma pessoa está sendo excluída de tudo e com que frieza seu drama é ignorado pelos outros.
A realidade cotidiana de 32 milhões de pessoas vivendo na indigência, a população de uma Argentina. Os sem-nada, os sem-comida, habitantes do mundo da fartura, do terceiro exortador mundial de alimentos.
É gente que começa o dia buscando o que comer e que chega à noite sem nada. Pode-se imaginar o quadro porque é o dia de todo dia para milhões de seres humanos: a fome de comida e de tudo. A essa altura da vida da humanidade é incrível que isso aconteça. Como morrer de fome ao lado de 70 milhões de toneladas de grãos, de 8,5 milhões de hectares de terra, se todos esses brasileiros miseráveis ficariam saciados só com os 20% do desperdício?
Pela fome de 32 milhões se revela a essência humana do próprio país, aquele que é capaz de negar a condição humana para 20% de sua população. A fome é o atestado miséria absoluta e o grito de alarme que sinaliza o desastre social de um país, que mostra a cara do Brasil.
Como a miséria é a síntese e o nó de um processo, desvendar e atacar a miséria é também um modo de refazer radicalmente o Brasil.
Assim como a miséria foi sendo construída com a indiferença frente à exclusão e a destruição das pessoas, a negação da miséria começa a se realizar com a prática cotidiana, ampla e generosa da solidariedade.
A frieza construiu a miséria. Construiu as cidades de gente e de muros, que as separam como estranhos, que se ignoram e temem.
A luta contra a miséria nos obriga a um confronto com a realidade naquilo que nos parece mais brutal: a pessoa desfigurada pela fome, desesperada pela comida ou por qualquer gesto de reconhecimento de sua existência humana.
SOUZA, Herbert de e RODRIGUES, Carla. Ética e Cidadania. São Paulo. Moderna, 1994
Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, pediu que o filho fosse brincar em outro lugar.
Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho, com o objetivo de distrair sua atenção. De repente, deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava!Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
- Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.
Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa.
Passadas algumas horas, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:
- Pai, pai,... já fiz tudo! Consegui terminar tudinho!!!
A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto.Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança.Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino tinha sido capaz?
- Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
- Pai, eu não sabia como era o mundo; mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem. Virei os recortes e comecei a consertá-lo. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.”
Equilibrada seja sua paciência...
Seja feita a sua vontade,
Assim nas provas como nas aulas...
Os dez nosso de cada dia,
Nos dê sempre...
Perdoe as nossas faltas,
Assim como nós perdoamos a
sua amolação...
Mas não nos deixe em recuperação,
E nos livre da reprovação!
Amém!
Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85. Porque bebo pouca água.
Tenho sérios problemas renais
Creio que me resta pouco tempo.
Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente.
Havia muitas árvores nos parques. As casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por aproximadamente uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes, todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras.
Agora, raspamos a cabeça para mantê-la limpa sem água. Antes, meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma
Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA, só que ninguém lhes dava atenção. Pensávamos que a água jamais poderia terminar. Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados.
Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.
As infecções gastrintestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.
A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam os empregados com água potável em vez de salário.
Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética.
Antes, a quantidade de água indicada como ideal para se beber era oito copos por dia, por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.
A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado porque a rede de esgoto não funciona mais por falta de água.
A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera.
Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos parece ter 40.
Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.
Alterou-se a morfologia dos gametas de muitos indivíduos.
Como conseqüência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações.
Governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m3 por dia por habitante adulto.
Quem não pode pagar é retirado das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar.
Não são de boa qualidade, mas se pode respirar. A idade média de vida é de 35 anos.
Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército.
A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação, é de chuva ácida. As estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atômicas e pela poluição das indústrias do século XX.
Advertiam que era preciso cuidar do meio ambiente, mas ninguém fez caso.
Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem, descrevo o quão bonito eram os bosques.
Falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse.
O quanto nós éramos saudáveis!
Ela pergunta-me:
- Papai! Por que a água acabou?
Então, sinto um nó na garganta!
Não posso deixar de me sentir culpado porque pertenço à geração que acabou de destruir o meio ambiente, sem prestar atenção a tantos avisos.
Agora, nossos filhos pagam um alto preço...
Sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.
Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto...
...enquanto ainda era possível fazer algo para salvar o nosso planeta Terra!
Texto publicado na revista "Crónicas de los Tiempos“, de Abril de 2002.